Cursos e Seminários

O Centro Lusitano de Unificação Cultural vai promover mais um curso, desta vez subordinado ao tema “O Esoterismo em Fernando Pessoa”, com início em 9 de Outubro e termo em 26 de Fevereiro.

É integrado por um conjunto de 18 sessões que decorrerão às 3ªs feiras, entre as 21h 15m e as 23h (incluindo pequeno intervalo). Terá lugar na sede do Centro Lusitano de Unificação Cultural, sita na Rua Pascoal de Melo, nº 4 – 1º, em Lisboa (metro Arroios a 50 metros).

O programa, disposto pelas aulas sucessivas, é o seguinte:

1. Fernando Pessoa como homem, poeta e pensador
2. As convicções Filosóficas de Fernando Pessoa
3. Fernando Pessoa, a Teosofia, o Gnosticismo, a Maçonaria, o Esoterismo em geral.
4. A Questão do Quinto Império
5. Interpretação de Poemas Esotéricos de Fernando Pessoa
6. Interpretação de Poemas Esotéricos de Fernando Pessoa
7. Interpretação de Poemas Esotéricos de Fernando Pessoa
8. Interpretação de Poemas Esotéricos de Fernando Pessoa
9. Interpretação de Poemas Filosóficos de Fernando Pessoa – Alberto Caeiro
10. Interpretação de Poemas Filosóficos de Fernando Pessoa – Alberto Caeiro
11. Interpretação de Poemas Filosóficos e Esotéricos de Fernando Pessoa – Álvaro de Campos
12. Interpretação de Poemas Filosóficos e Esotéricos de Fernando Pessoa – Álvaro de Campos
13. Interpretação de Poemas Filosóficos e Esotéricos de Fernando Pessoa – Álvaro de Campos
14. Interpretação de Poemas Filosóficos e Esotéricos de Fernando Pessoa – Álvaro de Campos
15. Interpretação de Poemas Filosóficos e Esotéricos de Fernando Pessoa – Ricardo Reis
16. Interpretação de Poemas Filosóficos e Esotéricos de Fernando Pessoa – Ricardo Reis
17. Interpretação de Poemas Filosóficos e Esotéricos de Fernando Pessoa – Ricardo Reis.
18. Outros Heterónimos. A importância de Fernando Pessoa

Nota: os números à esquerda indicam cada aula sucessiva de cerca de 1h 45m (incluindo um pequeno intervalo).

Seminários “A Vida Depois da Morte” (Porto e Lisboa)

Terão lugar no dia no dia 13 de Outubro (Sábado), entre as 15h e as 19h30m (incluindo um intervalo), na delegação do Centro Lusitano de Unificação Cultural no Porto, sita na Rua da Constituição, nº 814, 5º Andar, Sala 29; no dia 18 de Novembro (Domingo), na sede em Lisboa (Rua Pascoal de Melo, nº 4-1º), também entre as 15h e as 19h30m.

O programa é este:

1. A morte física e as horas seguintes.
2. O Kâma-Loka (Mundo dos Desejos).
3. A Grande Luta. Devachan e Avichi.
4. O Período de Gestação.
5. O Devachan.
6. Devachan vs. Moksha ou Nirvâna.
7. O Renascimento. Os skandhas.

As inscrições, tanto para o Curso, como para os Seminários, podem ser feitas pessoalmente na Rua Pascoal de Melo, nº 4 – 1º, em 1170-294 Lisboa, entre as 12h 30m e as 19h 30m de 2ª a 6ª Feira; por telefone, através do nº 21 812 8597; por fax, pelo nº 21 812 8596; por escrito, para a direcção acima indicada. Podem, ainda, ser usados os e-mails info@centrolusitano.org ou info@biosofia.net. No caso do Seminário do Porto, as inscrições podem igualmente ser feitas, em alternativa, para a delegação nessa cidade, também por escrito, por telefone (22 509 3382) ou pessoalmente (neste caso, apenas às 6ªs feiras, entre as 18 e as 20 horas, e aos Sábados, entre as 10 e as 13 horas, ocasiões em que o espaço estará aberto). O endereço é o seguinte: Rua da Constituição, nº 814, 5º Andar, Sala 29, 4200-195 Porto.

Aos interessados no 5º Ano do Curso “O Universo e o Plano Divino” (2ª vaga), comunicamos que ele deverá decorrer entre Fevereiro e Junho. Oportunamente, daremos informação pormenorizada.

Nirvana

O conceito de Nirvâna aparece normalmente associado ao Budismo embora tanto o sentido como, inclusive, a própria palavra sejam utilizados independentemente da vida e do Ensinamento do Buddha Siddhartha Gautama (1). Existem no Hinduísmo, embora mais usualmente sob a designação de Moksha.

O sentido do Nirvâna
O termo, sânscrito (2), pode ser decomposto em dois étimos: Nir, que significa “sem”, “livre”, “fora de”; vâna, que significa “floresta”. Está implícito o conceito de libertação, de sair dos obstáculos, dos labirintos, dos emaranhados habituais numa floresta.

Esta floresta é a existência condicionada, com todos os seus liames de desejos, ilusões, tendências separatistas (skandhas (3)) que moldam distintas e sucessivas personalidades (máscaras), com as quais o ser se confunde, em miríades de vidas, na grande roda dos renascimentos e das consequências kármicas. Continuar a ler »

Leonardo da Vinci - O Grande Génio do Renscimento

Leonardo é um dos génios mais extraordinários de que a Humanidade se pode glorificar, um dos exemplos mais espantosos da cultura universal e um homem de infinita curiosidade, radicalmente interessado em todos os campos do saber e do conhecimento.

Pela diversificação de áreas de interesse e pela genialidade revelada, Leonardo transcende, em muito, os limites do seu tempo.

Possuía quase dons a mais, incluindo um físico magnífico, uma beleza masculina superlativa, uma voz excelente para o canto, uma ousadia científica, uma excelência matemática, enfim, uma superabundância de talentos. Foi pintor, escultor, arquitecto, engenheiro, anatomista, músico e naturalista. Continuar a ler »

Por que estudo Ocultismo?*

“(…) pouco interessa definir um estilo de vida. O importante é a Vida e a consciência que ela, por ela, e nela, se adquire.”

Tenho de mim mesma a imagem de alguém que desde muito cedo se questiona sobre si própria e sobre o mundo, procurando compreender profundamente quem sou e qual o sentido da minha vida e do entrelaçado com muitas outras vidas. À medida que fui crescendo, formando uma consciência mais clara do que nos rodeia, e que as responsabilidades familiares, profissionais e de cidadania foram atingindo a maturidade adulta, essas interrogações profundas tornaram-se intensas e incontornáveis. Durante anos procurei respostas na Teologia Católica. Não era certamente a única via mas era a mais acessível para mim e à qual estava mais ligada. Fiz pequenos cursos e seminários, frequentei cadeiras de Teologia e estudei algumas obras doutrinais. Apesar dessa experiência de procura se ter tornado numa vivência humana de grande riqueza e solidariedade, não encontrei senão respostas parciais e que acabaram por dividir a minha existência em duas realidades antagónicas. Continuar a ler »

O Enigmático Capricornus-Makara

Segundo Helena Blavatsky, na sua monumental obra A Doutrina Secreta, Makara é o mais sagrado e misterioso de entre todos os signos do Zodíaco.

Para levantarmos um pouco o véu e penetrarmos na significação deste fascinante símbolo, iniciaremos, primeiramente, um périplo por alguns trechos da riquíssima mitologia grega.

A mitologia grega presenteia-nos, regra geral, com múltiplas versões, de diferentes épocas, sobre um mesmo tema. Porém, o seu significado essencial é sempre o mesmo; o que varia é o revestimento externo.

Começaremos pela história do nascimento da deusa Atena: Continuar a ler »

Hábito, Experiência e Criatividade

Todos nós, em maior ou menor grau, nos tendemos a acomodar às rotinas, às habituações, às repetições no modo de agirmos, de falarmos, de pensarmos e até de sentirmos.

Se em diversos aspectos, sobretudo nos automatismos orgânicos-físicos, esses hábitos são algo de natural e até necessário, nos aspectos mais psicológicos eles acabam por nos cercear a autenticidade e a criatividade, levando-nos a um funcionamento maquinal. Continuar a ler »

Como Estamos de Ensino…

Bartolomé Las Casas, missionário dominicano, analisando, perplexo, a insensatez do comportamento dos espanhóis, perante os índios Aztecas, escreveu em 1550: «Não sabemos se devemos rir ou chorar em face do absurdo». Tratava-se da leitura, em castelhano, sem se recorrer a um intérprete, do «Requerimiento», elaborado pelo jurista real e dirigido aos índios, em 1514, de que transcrevemos a parte final, para que melhor se possa compreender o absurdo a que Las Casas se referia: Jesus transmitiu o seu poder a S. Pedro, e este aos papas que se lhe seguiram; um desses últimos papas fez doação do continente americano aos espanhóis (e parte aos portugueses). Estabelecidas, deste modo, as razões jurídicas do domínio espanhol, falta apenas assegurar uma coisa: que os índios sejam informados da situação, pois pode dar-se o caso de eles ignorarem estes presentes sucessivos que os papas iam fazendo aos imperadores. (…). Se os índios se mostrarem convencidos depois dessa leitura, ninguém tem o direito de os tomar como escravos. Se, no entanto, eles não aceitarem esta interpretação da sua própria história, serão severamente punidos. Continuar a ler »

O Dever de Informar Bem

Ao longo das últimas décadas tem-se insistido muito na liberdade de informação e no direito a informar. É bom que assim seja.

No entanto, parece-nos de lamentar que haja muito pouca ênfase no dever de informar bem, com verdade e correcção. Continuar a ler »

Mâya

Maya é uma palavra sânscrita que significa, genericamente, ilusão. Essa ilusão pode ser tanto cosmológica quanto psicológica; pode respeitar a toda a existência fenomenal ou às percepções da mesma. Assim, na verdade, o conceito comum, ocidental, de ilusão, é muito mais restrito do que o implicado no termo sânscrito.

Realidade e Ilusão

O entendimento desta noção de Maya, como, aliás, o entendimento de toda a Filosofia Oculta ou Ciência Sagrada, depende da compreensão de que “apenas aquilo que é imutável e eterno merece o nome de realidade; tudo aquilo que é mutável, que está sujeito a transformações por decaimento e diferenciação e que, portanto, tem princípio e fim, é considerado como maya: ilusão” (1). Continuar a ler »

A Organização Mundial do Comércio (OMC): O Desafio Global do Novo Multilateralismo

Convém termos presente que já não vivemos um mundo bipolar em que o equilíbrio de Pareto era definido entre duas grandes forças que se tentavam reposicionar face aos desafios de um mundo globalizado e bipolar.

Vivemos, sim, num sistema conhecido por um Novo Multilateralismo pós-bipolar, em que se destacam os seguintes pontos: Continuar a ler »