Excerto do livro “Cartas de Luxor”

Escutai: mais acima dos apegos materiais, do turbilhão dos desejos ou das vãs ostentações intelectuais do homem comum, qualquer que seja a sua classe social ou cultural, há quem tenha acedido a uma Sabedoria clara e segura, profunda e imensa, luminosa e real.

Pelo seu anelo de verdade, pela sua coragem e destemor, pelo seu lúcido e generalizado amor pela Humanidade (e por tudo quanto vive), eles atingiram um conhecimento notável das Leis Universais. Conhecem o Homem e o mundo por dentro. São confiáveis, porque chegaram a ser Iniciados na Grande Fraternidade e não a traíram. O seu nome está nos Nossos Registos, porque seguem a esteira dos Grandes Instrutores da Humanidade. São naturalmente humildes e discretos, jamais incorrendo em fanfarronices ou ostentações pessoais. Não fingem milagres e curas nem afivelam sorrisos de falsa beatitude. Distinguem-se pela força e vastidão do seu Saber, pela sua capacidade inesgotável de Servir e de Criar, pela sua inabalável confiança no Plano, pela sua generosa e constante dádiva de Amor. A seriedade do seu Conhecimento e do seu Trabalho é, porém, acompanhada de um sentido de humor e de uma jovialidade quase infantil (mas nunca apatetada). O grande e verdadeiro conhecimento conduz à grande e verdadeira alegria interior, que é uma pujante fonte de vitalidade e inspiração.

Excerto do livro “Cartas de Luxor”
(Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, Dezembro de 2000)

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