Transcendência e Imanência de Deus

O sistema esotérico é tão perfeito, tão vasto e tão multifacetado, que desdobrámos já este artigo - que aborda somente alguns dos seus inúmeros vectores - em 7 longas partes. Resistimos à tentação de nos alargarmos ainda muito mais: é tempo de sintetizar e concluir.

O Divino
Podemos agora dizer que preferimos a palavra “Divino” a “Deus”. Esta última está regra geral associada à ideia de um Ser individualizado, pessoal, de características mais ou menos antropomórficas, paradoxalmente apresentado, nas desvirtuadas teologias exotéricas como absoluto e infinito e, ao mesmo tempo, com manifestações muito relativas e limitadas. Diferentemente, ao escrevermos “Divino”, supomos que transmitimos melhor a ideia, mais correcta, de “Grande Todo”, de “Realidade Una”.
Ainda assim, porém, devemos “distinguir”:

- o Absoluto Imanifestado, sempre além de todos os tempos, de todos os espaços, de todas as circunstâncias, de todos os condicionalismos, de todos os ciclos: Parabrahman, Ain Soph ou o Deus Desconhecido (1);

- o Todo manifestado num determinado Cosmos, entre a série dos que ciclicamente se sucedem, cada um deles “numa relação de efeito com referência ao antecessor, e de causa com referência ao sucessor” (2):

Do Absoluto, do Imanifestado ou Transcendente, sabemos apenas que necessariamente É (é o Ser Necessário, sem nenhum atributo senão Isso - Ele - mesmo); sobre a Divindade manifestada - que é antes de tudo uma Unidade mas que se desdobra numa diversidade de Logoi (3) ou Potências criadoras -, pode a Ciência Espiritual acompanhar e explicar a sua presença e actividade no Universo, visto que este é ordenado por leis que podemos chegar a estudar e a compreender. Mais uma vez, repetimos, trata-se de compreender e não de acreditar (cegamente). A espiritualidade é a vivência mais sublime da Humanidade, e mesmo as religiões são necessárias e indispensáveis; porém, as crenças (mais ou menos cegas) já provocaram demasiados danos no mundo. Delas não precisamos - seja no âmbito da religião, da política, dos nacionalismos ou de qualquer outra coisa.

A Substância do Universo
O Grande Todo é uma unidade colectiva. A substância do seu ser é constituída por todas as unidades de vida que o integram. Como o Cosmos se constrói de dentro para fora, de cima para baixo, da unidade para a multiplicidade, do simples para o complexo, do mais subtil para o mais denso ou material, no início temos a essência espiritual da Matéria, ou melhor, a unidade Espírito-Matéria que é a substância primordial do Universo: Pradhana ou Svabhavat (4). ÃL;€ medida que os diferentes Planos da substância universal se diferenciam, organizam e densificam 5, é que a distinção e o contraste entre os dois pólos - Espírito (Positivo) e Matéria, (Receptivo) - se vão definindo e acentuando. Caberá aqui repetir a conhecida frase de Helena Blavatsky: “A Matéria é o veículo para a manifestação da Alma neste Plano da existência, e a Alma é o veículo, num Plano mais alto, para a manifestação do Espírito, e os três formam uma trindade pela vida que a todos permeia” (2)

Ora bem, considerando o Pólo Espiritual, e em consonância com o ensinamento de todas as grandes religiões e tradições de ciência espiritual, podemos afirmar, citando uma passagem de uma das edições do Centro Lusitano de Unificação Cultural: “Todos somos original e essencialmente divinos, porque o Espírito de todos os Seres é o Espírito Universal, é o Ser Universal, é Deus verdadeiro e real. O Pensamento Divino é, na verdade, a raiz e o agregado de todos os deuses, que são o Seu veículo e o seu meio de transmissão criadora. Assim, o Universo - todos os Universos - são uma obra colectiva (de todas as divindades criadoras), que se desenvolve de acordo com a Lei Divina Una. Há um só Deus, que engloba muitos deuses” (6).

Se, entretanto, considerarmos o pólo material ou substantivo, podemos repetir com H.P.Blavatsky: “A Matéria é tão indestrutível e eterna como o próprio Espírito imortal, mas tão-só nas suas partículas, e não como formas organizadas” (7)

Assim, a grande realidade primordial e última do universo - Espírito como essência da substância e substância como Espírito manifestado ou objectivado - é divina e imortal; e porque é colectivamente integrada por todas as unidades de vida, daí (que) decorre que todas estas, sem excepção, são identicamente divinas e imortais. Conforme já se escreveu: “Somos o material biológico do Pensamento Divino” (8).

O Selo da Divindade
A Divindade e imortalidade íntima de cada unidade de vida - e, nomeadamente, do Homem enquanto ser integral -, é o garante inabalável da sua perfectibilidade, da sua evolução para patamares de desenvolvimento e expansão da consciência gloriosos e indescritíveis, com os quais os sofrimentos inerentes a certas etapas do processo evolutivo não são dignos de ser comparados (parafraseando uma da Epístolas de S.Paulo).

Com efeito, “a vida evolui passo a passo através dos Reinos mineral, vegetal, animal e humano. A evolução continua mesmo depois de ter sido atingida a perfeição do estágio humano. Os seres humanos, Divinos em essência, contêm em si todas as qualidades e poderes que associamos à Divindade, mas em estado germinal. O desenvolvimento gradual destes poderes e qualidades acarreta uma perfeição e uma expansão da consciência sempre crescentes, sem limites. O desenvolvimento dessas qualidades e poderes latentes é efectuado através do processo da reencarnação…” (9)

As Mónadas Peregrinas
Em números anteriores da “Biosofia”, falámos de modo relativamente alargado sobre a Reencarnação ou Lei das Existências Cíclicas (10). Explicámos no que consiste, como se processa, que objectivos tem em vista; tentámos desvanecer generalizados preconceitos ou versões muito popularizadas mas desvirtuadas; mostrámos como concilia a justiça e o rigor com o amor e a compaixão. Remetemos agora para o que foi dito, evitando repetições. Entretanto, encaremos as mesmas questões de outro ângulo.

“O Espírito plasma-se na Matéria, fecunda-a e exterioriza-se por meio dela. Dessa relação entre o Pólo Espiritual (ou positivo) e o Pólo Material (ou negativo, receptivo) da existência universal, emerge e amplia-se progressivamente um terceiro factor: a Consciência (11) ou Alma. Tanto no Universo como no Homem, a Alma é o factor mediador ou o elo entre Espírito e Matéria (12); é o princípio atractivo e coesivo que mantém unidas as formas, possibilitando assim que o Espírito se possa expressar através delas.

No Espírito reside, e dele provém, a semente ou a potencialidade da consciência; a matéria constitui e propicia o campo para o florescimento e expansão da consciência, desde as mais incipientes etapas, passando pela autoconsciência característica do ser humano até, um dia, se alcançar a Consciência Divina.

No Pólo Espiritual contém-se a Consciência Una ou a Consciência indiferenciada do Uno; através do Pólo Material, realiza-se a consciência nas partes e das partes; através da sua união, alcança-se a Consciência do Uno nas partes e das partes no Uno e, desse modo, o Espírito tornou-se consciente de si próprio ao projectar-se no espelho da Matéria. Tal representa a consumação da Evolução Universal” (13).

Como já vimos, nomeadamente nos os 2 e 3 da “Biosofia”, em partes anteriores deste artigo, a Mónada é a essência espiritual pura, a unidade divina imortal, o verdadeiro Eu - o Eu Real, porque Divino. “É uma centelha do Fogo Divino, uma gota do Oceano da Divindade que contém em si todas as potencialidades desse Grande Mar de Vida e de Ser. No seu próprio Plano, é praticamente omnipotente; mas, por ser inconsciente nos outros Planos, inferiores, necessita de neles incidir, de neles se espelhar, de neles interagir, a fim de expandir o seu campo de consciência, de desdobrar e actuar os seus poderes latentes para, no final desse ciclo de manifestação, ser acrescentada a Glória do Uno, o fulgor da Eternidade” (13).

O desdobramento múltiplo das potencialidades do Ser Divino, é o objectivo de toda a manifestação. No que concerne ao Ser Humano, esse processo realiza-se através da diferenciação da Mónada numa tríade de princípios de consciência, a chamada Tríade Superior: Atman ou Vontade Espiritual; Buddhi, Amor Crístico ou Sabedoria Intuitiva; e Manas Superior ou Inteligência Criativa. Este é o Eu Superior, que é perene, ou seja, perdura todo um grande Ciclo de Manifestação. Acresce, para completar o Septenário - uma estrutura básica de todo o Cosmos - o conjunto de Princípios que formam o chamado Quaternário Inferior ou Personalidade (14). A Personalidade engloba o Corpo Físico (denso), o molde astral/etérico que lhe serve de padrão ou matriz e que serve de veículo para o Prana ou Vitalidade, o nível dos desejos e emoções (Kama, em sânscrito) e a mentalidade inferior, reactiva, basicamente funcionando como astúcia ou, de qualquer maneira, confinada aos fenómenos particulares. Cabe repetir: quando a mente concreta se tiver volvido em perfeito reflexo da mente superior, os sentimentos-desejos pessoais espelharem limpidamente um amor universal, e a acção física for uma consciente e poderosa expressão da Vontade de Bem (15), o ciclo de necessidade da encarnação no Reino Humano terá sido superado.

Os Veículos de Manifestação
Como já amiudadamente afirmámos, um dos erros da mentalidade religiosa comum é supor-se que só existe Matéria física e que tudo o que é suprafísico é imaterial, desprovido de substância. Ora, num universo manifestado, a ideia de um algo sem substância é absurda. Uma qualquer realidade sem substância seria… uma não-realidade, um zero, um nada. As Almas têm substância, por mais ténue ou subtil que esta seja em comparação com a Matéria física (ver a nota 12). Os pensamentos e as emoções ou desejos são coisas materiais - ainda que de uma materialidade diferente da física -, como substanciais são os veículos (mentais e emocionais) que os geram. A qualidade do que pensamos e desejamos depende, pois, da qualidade e da organização da substância - dos respectivos Planos - que integra esses veículos ou corpos.

Em rigor, não é o Espírito que evolui mas os seus veículos que se aperfeiçoam e, quando tal acontece, a experiência e a vivência que neles se podem alcançar e manifestar são muito superiores. A purificação e correcta organização dos corpos por meio dos quais o Espírito se expressa constituem, deste modo, necessidades incontornáveis.

O Ciclo Descendente e o Ciclo Ascendente
O Grande Ciclo de Manifestação integra dois percursos de sentido oposto: o primeiro, de movimento descendente, traduz-se na imersão em mundos e corpos cada vez mais materiais, na aprendizagem de ser “forma”, na identificação com os Planos inferiores do Grande Todo. Da primordial homogeneidade ou consciência não-diferenciada, procede-se para a heterogeneidade, que irá propiciar a experiência e, mais tarde, a consciência individual.

No ciclo ascendente, as formas vão-se subtilizando e a polaridade espiritual vai sucessivamente redespertando, de Plano em Plano. É no Reino Mineral e no Plano Físico que se atinge o máximo de materialidade e que o movimento se inverte. No entanto, é no Reino Humano que se atinge o apogeu de consciência separatista (16) e que, no Caminho da Espiritualidade, se inverte o direccionamento, a partir de então escalando patamares de uma consciência cada vez mais global. Ainda mais tarde, chegaremos a estágios de desenvolvimento supra-humano, e cada Mónada chegará a ser um Logos (17), um deus conscientemente criador: “o propósito da evolução é o desenvolvimento do homem desde um Deus estático a um Deus dinâmico, um Criador” (18).

Generalizando, diremos que no Arco Descendente a Vida procedente das Mónadas adquire corpos de expressão; no Arco Ascendente, organiza-os e aperfeiçoa-os. Na etapa humana, esses veículos substanciais têm uma programação derivada da longa, longuíssima passagem pelos Reinos infra-humanos. Essa passagem e essa programação foram necessárias mas, agora, condicionam-nos de um modo negativo, que precisamos de ultrapassar e reorientar. Daí a importância dos caminhos de desenvolvimento espiritual propostos pelos Grandes Instrutores da Humanidade 19 ou, numa perspectiva mais próxima, de uma correcta educação.

O Caminho e o Conhecimento
“O caminho faz-se caminhando” é uma frase muito conhecida, com muita beleza e profundo significado. Realmente, ninguém progride em termos de espiritualidade apenas com a teorização desse progresso e muito menos alguém se pode substituir ao nosso próprio esforço evolutivo. Só trilhando por nós mesmos - e persistentemente - o Caminho Ascendente é que nos podemos erguer acima da tremenda roda de ignorância e sofrimento a que a maior parte da Humanidade ainda está presa.

No entanto, importa que não nos percamos em lirismos subjectivistas. Outros Seres nos precederam no Caminho, tornando-se Mestres do Conhecimento Sagrado. Eles, compassivamente, deixaram assinaladas a direcção e as margens da Senda Evolutiva, para que não nos confundamos, desviando-nos por atalhos ou até caminhando em sentido inverso; ensinaram os métodos e os passos pelos quais sucessiva e ordenadamente nos devemos elevar, e que podemos encontrar nos Ensinamentos das Grandes Religiões e de Tradições Espirituais (no seu original e não em versões deturpadas). Não podemos desprezar, orgulhosa e caprichosamente, esse precioso legado dos mais Sábios e Experientes, dos Irmãos Mais Velhos da Humanidade. Não podemos supor que passamos directamente de um mundo e de uma vivência tão materialista e egoísta para o Divino ou, muito menos, o Absoluto, por qualquer iluminação súbita e imerecida.

Conclusão
“As formas (ou expressões materiais) são, pois, as vestimentas, os veículos, os envoltórios ou as máscaras da Vida e do Espírito. São uma necessidade. Nos mundos finitos, somos meras expressões desvirtuadas e distantes do Eu Universal - do “Eu Sou Aquele Que Sou” de todos os Universos e (suas) formas incontáveis - que no íntimo de nós permanece, chamando-nos de retorno à origem (afinal, o regresso dos Filhos de Deus à Casa Divina), com tudo quanto aprendemos na peregrinação pelos mundos.

Quando tal estiver consumado, no Universo e em todos os seres, toda a manifestação volta a subsumir-se no Imanifestado, na Realidade Absoluta. Sobrevém então um período de repouso, uma Noite Cósmica (ou Pralaya), antes que um novo Ciclo, um novo Dia de manifestação universal se inicie.

Através de sucessivos ciclos de Dias e Noites Cósmicos, as miríades de seres que, nos períodos de Manifestação, se diferenciam na sempiterna Essência Divina, vão alcançando sempre maiores - e inimagináveis - cumes de realização, de inexpressável alegria ou bem-aventurança, de comunhão de todas as unidades divinas (ou mónadas) no Uno Divino que está em todas”. (13)
Podemos, enfim, dizer que a existência universal se dá para “possibilitar a vivência do Amor, nas mais distintas formas, entre todas as partes que integram o Grande Todo. Tal é o motivo por que a Unidade se desdobra na diversidade que no seu Seio se continha como mera latência; quando a Essência se torna existência (o-modo-de-ser-externamente), a diversidade faz-se actuante mas, em última instância, dentro dos limites da Unidade - pelo que todos viremos a assumir a Consciência da Unidade. Reparemos bem que o Amor, que implica relação, implica igualmente diversidade” 20.

José Manuel Anacleto
Presidente do Centro Lusitano de Unificação Cultural

1 V. Biosofia o 2, pp. 22-27, Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 1999.
2 Blavatsky, H.P., “A Doutrina Secreta”, Vol. I, Ed. Pensamento, S.Paulo, 1973.
3 Plural de “Logos” (o Verbo do Ev. Segundo João), a Palavra ou Som Criador, “por meio do qual todas as coisas foram feitas” - João, I,3.
4 V. Biosofia o 3, pp. 34-38, Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 1999.
5 Idem.
6 In “Cartas de Luxor”, Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 2000; V. também “Entre o Céu e a Terra”, in Biosofia o 10, Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 2001.
7 Blavatsky, H.P., “Ísis sin Velo”, Vol. I, Ed. Kyer, Buenos Aires.
8 In “No Templo do Espírito Santo”, Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 1992.
9 Taimni, I.K., “Self-Culture in the light of Occultism”, Theosophical Publishing House, Adyar, 1976 (3aed.); trad. Brasileira: “Autocultura à Luz do Ocultismo”, Editora Teosófica, Brasília, 1997.
10 Cfr. os números 7, 8 e 9; o número 6 também é fundamental para se compreender a coerência do sistema e os pressupostos da Reencarnação.
11 A consciência de relação que, na etapa humana, se volve consciência individual, auto-consciência.
12 Neste trecho, usou-se a palavra “Alma” numa acepção genérica. No entanto, o termo pode ser clarificado de forma mais desdobrada, e vale a pena citar uma passagem do livro “Cartas de Luxor” (Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 2000), até por iluminar ainda outros aspectos. “Quando falamos em Ciência do Espírito, importa compreender e distinguir: é a Ciência que é do Espírito e não o Espírito que é da Ciência. Há uma Ciência Espiritual ou do Espírito, porque reconhece a realidade do Espírito e se põe ao seu serviço. Ao fazê-lo, estuda não apenas a substância física mas os Planos de substância mais espiritualizados - isto é, onde a potência dos pólos material e espiritual se relativizam em proporções progressivamente mais afins a este último: estuda, também, a Alma Universal com os seus diferentes níveis e as suas correspondências microcósmicas: a alma espiritual, a alma humana, a alma animal, a alma vitalizadora, etc. Tanto no Universo como no Homem, a Alma resulta do influxo da vida espiritual - incondicionada e transcendente - numa forma material - circunscrita e limitada. A qualidade que advém dessa relação é a Alma (que, portanto, está imanente na substância e por ela está condicionada, embora tenha igualmente um dos pólos ligado ao Sutratma, Fio da Vida ou Cordão Prateado).
13 In “Sete Chaves”, Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 1a ed., 1995, 2a ed., 1999.
14 Sobre a caracterização de cada um destes 7 princípios, ver “Biosofia”, o 6, Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 2000.
15 Não é o que denominamos boa vontade, embora esta seja algo de muitíssimo positivo e necessário, mas, sim, uma Vontade continuadamente afinizada com o Propósito ou Querer Divino.
16 Cfr. o Capítulo “Pensamento” do livro “Cartas de Luxor”, cit.
17 Cfr. Taimni, I.K. “O Homem, Deus e o Universo”, Ed. Pensamento, S.Paulo.
18 Heindel, M., “Cosmogonia dos Rosacruzes ou Conceito Rosacruz do Cosmos”, Alfa-ÃL;“mega Portugal, Lisboa, 1981.
19 Não nos referimos, pois, aos truques pseudo-ocultistas tão em voga e tão comercializados hoje em dia, na versão negativa da New Age, que prometem aberturas de chakras, Iniciações e Ascensões com uns passes (de mágica patética) e umas carícias (ao físico e ao egoísmo de cada um).
20 In “Luzes do Oculto”, Centro Lusitano de Unificação Cultural, Lisboa, 1a e 2a eds., 1998.

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